Em 2025, a comunidade internacional se reunirá em Belém, Brasil — no coração da Amazônia — para a COP30, de 10 a 21 de novembro.
A Casa da Agricultura Sustentável das Américas, o pavilhão do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) na COP30, é o ponto de convergência hemisférico para governos, organismos internacionais, empresas, academia, produtores e comunidades rurais. Ele mostra exemplos de soluções concretas e inspiradoras que promovem a inovação, a resiliência e a inclusão social na agricultura e nos sistemas agroalimentares das Américas.
Pelo quarto ano consecutivo, o IICA instalará esse pavilhão na COP, que reúne ministros, produtores, cientistas, organismos internacionais e empresas comprometidos com a construção de um setor agropecuário mais sustentável, competitivo e inclusivo.
Por meio de painéis, diálogos e demonstrações técnicas, a Casa da Agricultura Sustentável das Américas (localizada na AgriZone da EMBRAPA) mostrará como a inovação, a ciência e o conhecimento tradicional podem promover a adaptação, a mitigação e a resiliência climática.
Na agenda do pavilhão se destacam iniciativas transformadoras em áreas como:
Belém do Pará, Brasil
novembro 27, 2025
Governos de países latino-americanos se encontraram com o do Reino Unido e com organismos internacionais no pavilhão do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) na COP30, para compartilhar experiências e visões sobre as políticas públicas que se estão realizando para promover uma agricultura resiliente e uma transição rural justa.
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Belém do Pará, Brasil
novembro 26, 2025
A transformação que o setor agrícola das Américas está passando para consolidar seu papel como avalista da segurança alimentar e da sustentabilidade do planeta foi mostrada ao mundo pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e seus aliados na COP30.
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Belém do Pará, Brasil
novembro 24, 2025
Iniciativas que estão sendo desenvolvidas na Amazônia, nos Andes, na Mesoamérica e no Caribe atraíram o interesse dos participantes da Casa da Agricultura Sustentável das Américas, denominação do pavilhão do IICA que esteve presente pela quarta vez consecutiva em uma COP, depois das experiências no Egito, Emirados Árabes Unidos e Azerbaijão.
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A Conferência das Partes (COP) é o órgão supremo de decisão da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (CQNUMC), o principal foro internacional para a negociação de políticas climáticas.
Ela reúne anualmente os 197 Estados Partes, juntamente com organismos internacionais, setor privado, academia e sociedade civil, para avaliar os avanços na implementação dos acordos e definir novas metas coletivas perante a crise climática.
Em suas sessões, a COP adota decisões por consenso, refletindo o espírito de multilateralismo e cooperação internacional que guia a Convenção.
Ao longo de três décadas, esse processo tem registrado marcos fundamentais como o Protocolo de Kioto (1997) e o Acordo de Paris (2015), que estabeleceram as bases da ação climática moderna.
Em sua trigésima edição, a COP30 volta os olhos para o Brasil e a Amazônia, o que lhe confere um forte simbolismo: espera-se que seja uma COP de ação e compromisso, focada em acelerar a implementação do Acordo de Paris e fortalecer os mecanismos de cooperação, financiamento, tecnologia e adaptação climática.
A Convenção Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (CQNUMC) é o tratado internacional que orienta a cooperação global perante a mudança do clima.
Adotada em 1992 e em vigor desde 1994, ela estabelece a estrutura jurídica e política para estabilizar as concentrações de gases de efeito estufa em níveis que evitem interferências perigosas no sistema climático.
A Convenção visa que esse objetivo seja alcançado em prazos que permitam a adaptação natural dos ecossistemas, garantam a produção de alimentos e assegurem um desenvolvimento econômico sustentável.
Hoje ela conta com 197 Estados Partes, o que a torna um dos acordos multilaterais mais universais da história.
Em 2015, na COP21, em Paris, os países adotaram o Acordo de Paris, um instrumento juridicamente vinculante que marcou um novo capítulo na governança climática mundial.
O Acordo estabelece a meta de manter o aumento da temperatura média global muito abaixo de 2 °C em relação aos níveis pré-industriais e promover esforços para limitá-lo a 1,5 °C.
Para alcançar esse objetivo, os países apresentam e atualizam periodicamente suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (CND), que refletem seus compromissos de redução de emissões e adaptação.
O Acordo também promove a resiliência, a transparência e a cooperação internacional, mediante o financiamento climático, a transferência de tecnologia e o fortalecimento de capacidades.
Em conjunto, a CQNUMC e o Acordo de Paris constituem a base sobre a qual o mundo coordena seus esforços para enfrentar a crise climática de forma equitativa, inclusiva e sustentável.